segunda-feira, 25 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Agora. Aqui. #2
A vida é engraçada e cheia de falsa promessas.
Setembro foi meu ultimo post por aqui e nele eu peguei um dizer da Cora Coralina (♥) desejando desapegar de bagagens pesadas e buscar apenas o que couber no bolso e no coração.
Acredito que alguns desapegos consegui realizar a partir deste dia e outros que até em então julguei como um, me surpreendi e percebi que a raiz foi apenas cortada e isso é que não me trouxeram alivio no coração.
Divaguei sobre o desapego quando na verdade a intenção era falar deste blog.
Em setembro - junto com a mudança do cabeçalho/nome - decide fazer deste lugar um lugar mais meu (confusa). Ele nunca fugiu do seu propósito, na verdade, pois sempre depositei pequenas partes de mim, sendo através de desabafos, músicas, poesia e trechinhos de coisas que gosto. Sinto que sou feita desses pequenos trechinhos.
Hoje resolvi fazer a promessa de novo, de tornar o lugar um espaço com jeitinho meu. Mais ilustrativo, mas nada de montagens superficiais e sim de um jeitinho mais simples, do jeito que eu gosto.
Isso tudo partiu de hoje também, quando visitei alguns blogs e fui comentar com a Lari a minha vontade de ter um blog ainda (meu sentimentos para o peixe fresco) para guardar o que me resta da minha pouca memória.
"mas você ja nao tem um assim?"
"ah, tenho, mas nem alimento ele como deveria né"
Daí, surgiu a vontade de levar a promessa a frente e guardar aqui, assim como no primeiro Agora.Aqui. pequenos trechinhos dessa vida que quero guardar no bolso e no coração.
Setembro foi meu ultimo post por aqui e nele eu peguei um dizer da Cora Coralina (♥) desejando desapegar de bagagens pesadas e buscar apenas o que couber no bolso e no coração.
Acredito que alguns desapegos consegui realizar a partir deste dia e outros que até em então julguei como um, me surpreendi e percebi que a raiz foi apenas cortada e isso é que não me trouxeram alivio no coração.
Divaguei sobre o desapego quando na verdade a intenção era falar deste blog.
Em setembro - junto com a mudança do cabeçalho/nome - decide fazer deste lugar um lugar mais meu (confusa). Ele nunca fugiu do seu propósito, na verdade, pois sempre depositei pequenas partes de mim, sendo através de desabafos, músicas, poesia e trechinhos de coisas que gosto. Sinto que sou feita desses pequenos trechinhos.
Hoje resolvi fazer a promessa de novo, de tornar o lugar um espaço com jeitinho meu. Mais ilustrativo, mas nada de montagens superficiais e sim de um jeitinho mais simples, do jeito que eu gosto.
Isso tudo partiu de hoje também, quando visitei alguns blogs e fui comentar com a Lari a minha vontade de ter um blog ainda (meu sentimentos para o peixe fresco) para guardar o que me resta da minha pouca memória.
"mas você ja nao tem um assim?"
"ah, tenho, mas nem alimento ele como deveria né"
Daí, surgiu a vontade de levar a promessa a frente e guardar aqui, assim como no primeiro Agora.Aqui. pequenos trechinhos dessa vida que quero guardar no bolso e no coração.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
A dor de um ex-amigo
"Amigo é uma coisa que a gente perde ao longo da vida. Encontramos vários, nos apegamos a alguns e, a certa altura, somos forçados a colocar o prefixo ex antes do nome daquele que enchia nosso coração de carinho e de certeza.
Perder um amigo para a vida, e não por uma fatalidade, é uma dor dilacerante. A gente pensa que amizade é pra sempre, que, quando a gente for velhinho e lembrar de tudo que aconteceu, estarão perto de nós aqueles que a gente escolheu como a família do coração.
Mas a vida tem dessas decepções. Uma hora é você que sai de cena. Em outra, a vontade é daquele que te dava toda certeza do mundo de que era ficaria ali no matter what.
A primeira vez em que eu tive que tornar um amigo ex-amigo, senti uma dor que acabou comigo. Fiquei sem entender, chorei, chorei. Por um tempo, foi difícil acreditar de novo na beleza, na simplicidade e nas diversas nuances de uma amizade.
Optei por deixar a amargura de lado e seguir em frente, ainda com esperança de que aquela dor eu não sentiria mais. Novas amizades vieram, as que importavam de verdade permaneceram. E não senti aquela dor de novo, não daquele jeito. Mas outras dores apareceram pra mostrar que a vida é assim mesmo, por mais que a gente se pergunte se já não teve a nossa cota.
O bom é que dor ensina. E depois que a gente sente uma que parte o coração em mil pedacinhos, aprende a relativizar as outras. E, melhor ainda, renova o olhar diante dos amigos de sempre, aqueles por quem a gente sente todo o amor do mundo e em quem temos a sorte de encontrar reciprocidade."
Daniela Arrais
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